Publicado em Quarta-feira, 25 Novembro 2009 por Everaldo Vilela
No twitter do Rodrigo Otávio, da Rute e do Círio o assunto é um só: a banca final. É o trabalho de conclusão de curso que no nosso caso recebe o nome de Projeto Experimental.
Há exatamente um ano o dia 25 de novembro ficou na memória como a data em que o sexteto formado por Eu, Anie, Maira, Luciana, Hauck e xuBs colocávamos um ponto final no curso de graduação.
Eu não me lembro de ter vivido uma ansiedade tão grande ante uma apresentação de trabalho. Tomado pelo nervosismo dormi pouco na noite que antecedeu a apresentação. O desempenho ruim na etapa anterior tornava mais tensa a nova e derradeira etapa.
Na manhã as mensagens do meu amigo Pedro Campos e da Adriana chegavam como incentivo ao grande dia. Trabalhei com a cabeça na universidade. Saí mais cedo do trabalho e como de costume dormi durante à tarde.
À noite estávamos na faculdade aguardando o momento. Um lanche, como de costume na cantina em que o kibe caiu no bolo – e que foi, outrora, motivo de risos com o hauck e o xuBs.
Já nos corredores um brevíssimo diálogo com o xuBs em que nos posicionávamos caso não tívessemos um final feliz: “Não é o fim do mundo. É uma disciplina” dizíamos nitidamente ansiosos e tentando diminuir a “pressão”.
Apresentamos. Saímos da sala. Voltamos e estávamos aprovados.
Na saída risos aliviados. Parecia um peso saindo das costas. Descemos as escadas até o vão entre os prédios. A descida tinha um tom de despedida daqueles corredores. Um gosto de missão cumprida.
Lá embaixo alguns telefonemas: para a família avisando que correu tudo bem; para a ex-namorada que à época tanto incentivou a entrada na universidade, para alguns amigos. “Adriana, tenho que ligar para uma pessoa importantíssima.” e liguei para a própria Adriana. Uma brincadeira já que ela fez questão de acompanhar a banca e estava na minha frente. Um longo abraço na grande amiga e companheira desde os tempos da quinta série do ensino fundamental. Acompanhou muito de perto os caminhos nos estudos. Era, naquele tempo, o braço direito nos estudos como o xuBs nos tempos da faculdade. E seguimos, graças a Deus, amigos até hoje.
No 25 de novembro estavam consolidadas mais algumas “reticências promissoras”.

- Eu, xuBs, Anie, o (des)orientador Eduardo Braga “O Mestre”, Hauck, Maira e Luciana após o resultado da banca final
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Publicado em Sexta-Feira, 20 Novembro 2009 por Everaldo Vilela
Se levarmos em conta grande parte do Brasileirão 2009 o Fluminense fez uma péssima campanha. Mas desde a vitória contra o Atlético-MG o tricolor carioca decolou de vez no Brasileirão.
Mas o Fluminense, na minha opinião, não merece cair. O lance do jogador Diogo no último minuto do jogo contra o Cerro Porteño ilustra bem o porquê de merecer ficar na divisão de elite do futebol: o Fluminense em momento algum jogou a toalha. Mesmo com comentaristas insistindo no jargão de que o clube das Laranjeiras já estava virtualmente rebaixado.
Nos últimos 16 jogos entre Sul Americana e Brasileirão o Fluminense perdeu apenas uma partida contra o Flamengo. Foram 5 empates (Alianza Atlético, Corinthians, Internacional, Univ. Chile e Goiás) 10 vitórias (Avaí, Alianza Atlético, Santo André, Atlético-MG, Cruzeiro, Univ.do Chile, Palmeiras, Cerro Porteño, Atlético-PR e novamente o Cerro Porteño).
Este último jogo foi emocionante. O Flu perdia por 1 a 0, resultado que levaria a decisão para os pênaltis. Aos 47min Gun, um zagueiro com a cabeça enfaixada depois de sangrar por causa de uma pancada, fez o gol do empate que já garantia a classificação.
Tinha mais. Foi aos 49min que o volante Diogo mostrou porque o Fluminense merece permanecer na primeira divisão: uma disputa de bola na linha de fundo e o jogador insistiu e chutou (ou lançou?) a bola para a lateral. Lá estava Alan que disparou em direção à meta do Cerro Porteño. Para surpresa de todos o goleiro, que estava no meio de campo, o perseguia e não consegiu conter o jogador tricolor que colocou o Maracanã abaixo marcando o gol da vitória (aqui também) e da vaga na final da Sul Americana.
Fred, uma das promessas deste Brasileirão, voltou de contusão mostrando porque apostaram tanto nele.
É por não desistir em momento algum e LUTAR mesmo desacrediado por muitos que o Fluminense merece permanecer.
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Publicado em Sábado, 7 Novembro 2009 por Everaldo Vilela
Depois das aberturas de desenho tentei buscar na memória comerciais de televisão. Fui lembrando e buscando no youtube.
Se você se lembrar de mais algum, avise. =)
Seguem os vídeos:
Clique aqui e leia mais…
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Publicado em Terça-feira, 3 Novembro 2009 por Everaldo Vilela
Agora a pouco recebi um link com um episódio do Jaspion. Foi o suficiente para desencadear uma sessão nostalgia.
Então vai! Aberturas de desenhos antigos. No fim, um episódio de um desenho que eu gostava demais: Perdido nas Estrelas.
Os vídeos:
Clique aqui e leia mais…
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Publicado em Sábado, 31 Outubro 2009 por Everaldo Vilela
Em outubro de 2005 um referendo sobre o desarmamento tomava conta dos noticiários e das discussões.
Quatro anos depois a violência está aí e não se fala mais nisso. Ninguém se preocupou em verificar as consequências do referendo sobre a violência e o que mudou de lá pra cá.
Aqui eu comentei sobre as três revistas que na ocasião protagonizaram uma discussão à parte
UPDATE: Na ocasião desse breve post enviei ao ombudsman da Folha uma sugestão sobre o assunto. Sugestão aceita: http://migre.me/cxDi
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Publicado em Quinta-feira, 29 Outubro 2009 por Everaldo Vilela
A “arma secreta” do Galo contra o Fluminense já está a caminho da Cidade Maravilhosa.
Pra cima deles Galo!!!!!
O Maracanã é o templo maior do futebol. Está cercado por uma mítica e é o cenário de histórias que vão da glória à tragédia nesse esporte das multidões. Acredito que não é só o jogador de futebol que tem vontade de pisar no maior do mundo. Torcedores e apaixonados pelo futebol como eu tem vontade de assistir um jogo no Maraca.
É isso aí. Vou conhecer nesta quinta-feira o maior estádio do mundo.
Uma vontade antiga. E que bom que teremos o Galo em campo!
Tardelli, não precisa ser de placa, eu quero ver gol!
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Publicado em Terça-feira, 27 Outubro 2009 por Everaldo Vilela
No post ‘A morte do torcedor’ eu disse:
As torcidas organizadas de Atlético e Cruzeiro promovem ações sociais. Campanhas para recolher alimentos, roupas, doação de sangue são comuns entre os membros de torcidas organizadas.
É sabido que torcidas organizadas formam alianças. Com isso elas recebem a torcida visitante até com festas/churrascos. Há uma confraternização.
A Galoucura, maior torcida organizada do Atlético Mineiro, é aliada, por exemplo, das torcidas do Vasco, Palmeiras e Grêmio. Tal aliança é que permite torcedores do Grêmio circulando tranquilamente entre os torcedores do Atlético MG nos arredores do Mineirão, como pode ser visto na foto.
O engajamento social destas torcidas organizadas está prestes a escrever mais um capítulo.
Está programado para o dia 21 de novembro a primeira Ação Social Nacional de Torcidas Organizadas: Unidas pelo sangue. Neste dia membros de três das maiores organizadas do país – Galoucura, Mancha Alvi-Verde e Força Jovem Vasco – vão se reunir e dirigir-se a postos de doação de sangue.
Esta ação reforça o meu pensamento de que o Estado não deve intervir nas Organizadas apenas com a força policial. A capacidade de mobilização e o engajamento de torcedores de futebol pode contribuir, e muito, para diversas frentes desde que explorada com responsabilidade.
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